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Manuel António Pina
Nasceu a 18 Novembro 1943
(Sabugal)

Morreu em 19 Outubro 2012

Manuel António Pina foi um jornalista e escritor português, premiado em 2011 com o Prémio Camões.
 
Poeta português, natural do Sabugal (Beira Alta). Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra. É, desde 1971, jornalista do Jornal de Notícias, actualmente exerce as funções de editor. Na literatura infantil reúne as seguintes obras: O País das Pessoas de Pernas para o Ar (1973), O Têpluquê (1976), Os Dois Ladrões (1983), O Pássaro da Cabeça (1983), Os Dois Ladrões (1983), Histórias com Reis, Rainhas, Bobos, Bombeiros e Galinhas (1984), O Inventão (Prémio Gulbenkian: Melhor Livro Publicado em Portugal em 1986/1987), O Tesouro (1993), O Meu Rio é de Ouro (1995), Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança (2000), entre outras. Publicou também os volumes de poesia Ainda Não é o Fim nem o Princípio do Mundo Calma é Apenas um Pouco Tarde, Aquele que Quer Morrer (1978, Prémio Casa da Imprensa), A Lâmpada do Quarto? A Criança? (1981), Nenhum Sítio (1984), O Caminho de Casa (1988), Um Sítio Onde Pousar a Cabeça (1991), Algo Parecido com Isto da Mesma Substância (Poesia reunida, 1974/1992) (1992), Farewell happy fields (1993), Cuidados Intensivos (1994), O Anacronista (1994, Prémio Nacional de Crónica Press Club/Clube de Jornalistas), Aniki-Bobó (1997). Está traduzido em castelhano, dinamarquês, francês, galego e inglês



Manuel António Pina foi um poeta e jornalista português, nascido em Sabugal a 18 de novembro de 1943. PublicouAinda não é o fim nem o princípio do Mundo, calma é apenas um pouco tarde (1974),Aquele que quer morrer (1978),O pássaro da cabeça (1983),O caminho de casa (1989),Um sítio onde pousar a cabeça (1991), Algo parecido com isto, da mesma substância (1992),Atropelamento e fuga (2001),Gatos (2008) E Como se desenha uma casa (2011), entre outros. Teve seu trabalho reunido este ano no volumeTodas as palavras /Poesia reunida. Postamos alguns poemas do autor neste espaço no ano passado, quando Manuel António Pina recebeu o Prêmio Camões. O poeta morreu hoje no Porto. Reproduzimos aqueles poemas, aos quais adicionamos outros.