65 online
Sophia de Mello Breyner Andresen
Nasceu a 06 Novembro 1919
(Porto)

Morreu em 02 Julho 2004
(Lisboa)

Sophia de Mello Breyner Andresen foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Foi a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa, o Prémio Camões, em 1999.
wer54w66sf32re2
 
Título Visto Gosto Favorito Coments Livro Dat
/pt/t/1683/terror-de-te-amarTerror de te amar15940277173247Poema
/pt/t/1680/porque-os-outros-se-mascaram-mas-tu-naoPorque os outros se mascaram mas tu não18546246314196Poema
/pt/t/1943/25-de-abril25 de Abril7239188300Poema
/pt/t/1681/a-hora-da-partidaA hora da partida11259145825Poema
/pt/t/1791/porquePorque6608129200Poema
/pt/t/1837/um-diaUm dia7370120500Poema
/pt/t/2168/marMar729088210Poema
/pt/t/1866/se-tanto-me-doi-que-as-coisas-passemSe tanto me dói que as coisas passem614682500Poema
/pt/t/1776/retrato-de-uma-princesa-desconhecidaRetrato de uma princesa desconhecida674580200Poema
/pt/t/1684/que-nenhuma-estrela-queime-o-teu-perfilQue nenhuma estrela queime o teu perfil1209270140213Poema
/pt/t/13531/as-rosasAs rosas1207169350Poema
/pt/t/1682/chamo-te-porque-tudo-esta-ainda-no-principioChamo-Te porque tudo está ainda no princípio10422699244Poema
/pt/t/13222/bebido-o-luarBebido o luar13173645137Poema
/pt/t/1846/horaHora550952200Poema
/pt/t/4961/liberdadeLiberdade839146230Poema
/pt/t/2165/ausenciaAusência564638500Poema
/pt/t/2033/poemaPoema487332000Poema
/pt/t/13532/soneto-a-maneira-de-camoesSoneto à maneira de Camões754229010Poema
/pt/t/10655/navio-naufragadoNavio naufragado685629110Poema
/pt/t/2146/para-atravessar-contigo-o-deserto-do-mundoPara atravessar contigo o deserto do mundo517828300Poema
/pt/t/2157/as-ondasAs ondas624926110Poema
/pt/t/1778/exilioExílio467026300Poema
/pt/t/2149/o-poemaO poema465026000Poema
/pt/t/2150/o-teu-rostoO teu rosto524124100Poema
/pt/t/10453/cantata-de-pazCantata de paz861623200Poema
/pt/t/2040/pirataPirata423823000Poema
/pt/t/13558/destruicaoDESTRUIÇÃO623022110Poema
/pt/t/4963/dataData635721110Poema
/pt/t/13442/escutoEscuto791820000Poema
/pt/t/2153/fernando-pessoaFernando Pessoa447419200Poema
/pt/t/13530/derivaDeriva753818000Poema
/pt/t/4964/cantarCantar697216100Poema
/pt/t/2038/esperoEspero500616000Poema
/pt/t/2155/pudesse-euPudesse Eu633114200Poema
/pt/t/2161/as-pessoas-sensiveisAs pessoas sensíveis555114300Poema
/pt/t/1960/tao-grande-dorTão Grande Dor466414000Poema
/pt/t/2147/a-bela-e-puraA bela e pura462714000Poema
/pt/t/13529/lusitaniaLusitânia626613000Poema
/pt/t/13206/tapas-os-caminhosTapas os caminhos620113000Poema
/pt/t/2162/a-paz-sem-vencedor-e-sem-vencidosA paz sem vencedor e sem vencidos446513200Poema
/pt/t/2152/eu-contareiEu contarei460612000Poema
/pt/t/2159/patriaPátria407812100Poema
/pt/t/2167/musa-ensina-me-o-cantoMusa ensina-me o canto442811000Poema
/pt/t/2460/jardim-perdidoJardim Perdido474810100Poema
/pt/t/2160/o-piano-silaba-por-silabaO Piano sílaba por sílaba429610100Poema
/pt/t/2151/este-e-o-tempoEste é o tempo51279100Poema
/pt/t/2455/os-cabelosOs cabelos45189100Poema
/pt/t/2148/camoes-e-a-tencaCamões e a tença40079200Poema
/pt/t/2458/musaMusa44118200Poema
/pt/t/2461/rostoRosto47517000Poema
/pt/t/2453/barcoBarco44327000Poema
/pt/t/2164/o-rei-da-itacaO Rei da Ítaca41727110Poema
/pt/t/2154/esperaEspera48186300Poema
/pt/t/4959/as-amorasAs Amoras47296100Poema
/pt/t/3412/a-pequena-pracaA pequena praça42936000Poema
/pt/t/4960/poesiaPoesia46925100Poema
/pt/t/2457/os-poetasOs Poetas43575000Poema
/pt/t/2166/senhorSenhor43054100Poema
/pt/t/25971/p-style="text-align

Os que avançam

1060000Citação