Um coração fora da lei

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Porque há inquietude no meu peito Se não há lágrimas, ou riso desfeito Uma réstia ainda causa esta ilusão De todas lembranças faltas de paixão Vou deixar que o tempo se consuma Vou caminhar onde meu passo suma Uma linha num raio em uma direção Dominarei meu desejo como à um cão. Pois já sei quase tudo do nada que sei Na sôfrega e oposta sina de fora da lei Do limitado, no espaço por onde andei Da minha aquarela que ficou meio torta Mas tentarei entrar certeira nesta porta E voltarei a recolher as flores que pisei Mas, que importa o feito, se correto ou não Se ao longo caminho andei sem direção.
3 Alma e Gort

Os teus olhos e minhas mãos

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Os teus olhos e minhas mãos

 

Por vêzes me perco em pensamento

Busco o sublime e muito mais aqui

É que teus olhos buscam algo em mim

Quando me olhas em nosso momento

 

O amor é tanto e pelos tais beijos

Vejo mais em teus olhos a paixão

Esse amor tem algo mais que ilusão

A sintonia tem muito mais desejo

 

Por vêzes me encontro em teu olhar

Nua na alma e corpo a me mostrar

Em teus olhos me vejo diferente

 

Por vêzes meu amor nas tuas mãos

Quando envolves minhas mãos então

Aquecidas entre as tuas confidentes
5 Alma e Gort

Que me venha este homem

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Que me venha este homem

De mãos intrigantes de vontades

Que como aço corte os atalhos

Das minhas dúvidas e medos



Que me venha este homem

Homem de últimos momentos

Escolhido pelo insano plano

Do destino findo a me querer



Que me venha este homem

Sedento pelo meu carinho

Faminto pelo meu feminino

Do meu hétero felino



Que me venha este homem

E ao olhar para mim sinta amor

Na insanidade, sinta saudade

E que dependa de mim.



Que me venha este homem

Que descubra meu corpo

Tatuando beijos meio loucos

Que me faça viver de carinhos



Que me venha este homem

Louco de embriaguez de saudade

Sem se importar com idade

Com vida árdua e desprazer



Que me venha este homem

Ansioso, carinhoso e gostoso

Que me prenda e me amarre

Dentro do seu ser



Que me venha este homem....





































9 Alma e Gort

O bosque dos sonhos

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Volto a caminhar outra vez

Pelo bosque dos sonhos

Ando no vale das recordações

Ouvindo o canto repetido

Do calmo rio das esperanças

Deslizo em meus desejos

E sento a margem dos sentidos

Meu eu enternece suavemente

Meus olhos teem a imagem

De tua presença.

Em águas cristalinas

Ouço como sonhando tua voz

E de repente olho o infinito

Volto a ouvir os pássaros da noite

É hora de voltar a realidade

Entro no lar abrigo sagrado

Onde minha a paz repousa

Junto ao coração, é aqui onde

Desperto para a realidade

Numa oportunidade única

Depois das paragens sôfregas

De um longo caminhar desértico

E das solidões marinhas em que expus

A minha alma cansada de guerra

Num dia qualquer voltarei

Ao bosque dos sonhos.



15 Alma e Gort

A crisálida

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Gif







Uma bela borboleta

A crisálida pendia no galho da roseira



Parecia entulho algo feito de sujeira



De cor qual lama cinzenta e sem alma



Estava inerte numa galha como palma







Indiferente o mundo nem olhava



Se lá dentro havia alguma vida rara



Mas a suposta coisa feia pendurada



Entre belas rosas inquietas lá estava







Na poeira do tempo pétalas rolavam



As rosas multicores se murchavam



A crisálida pendurada ali continuava







Certo dia em um bela manhã ensolada



O universo todo supreso se abismava



Uma belíssima borboleta ali voava...











A vida de algumas pessoas que amamos é como uma crisálida



quando menos se espera, acordamos em um dia ensolarado



e maravilhados vemos que surgiu uma linda borboleta



a nos encher de amor e felicidade.





16 Alma e Gort

Meu encantado violão

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Meu encantado violão

Deixei o violão guardado no passado

Junto as minhas paixões lá escondido

Já que minha vida num rumo perdido

perdeu o som dos cantos já calados



Serestas embalavam meus momentos

Seguindo os rumos da vida deixei fora

Mas em recordações vem como outrora

Vivas mostram imagens e sentimentos



E triste relembro nas velhas canções

Que embalaram meus dias de emoçoes

fechando a página da noite em magia



Tentando relembrar sonho acordado

Ouvindo um violão num disco já cansado

Seresta solitária da minha nostálgia



18 Alma e Gort

O caminhar do tempo

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O tempo passa rápido nessa esfera

Dia a dia vemos as transformações

Nossos corpos e almas em emoções

 Enfim transformados em  cada era

As perdas e ganhos os choros e risos

Dramas de amor e guerras cotidianas

Mortes, desafetos na saudade insana

Dor que o peito humano não supera

Filhos,pais, irmãos, familia se reparte

Responsáveis pelo vínculo que se parte

Os amôres idos também nos maltrata

A oração pode muito em seus efeitos

O próprio Cristo nos passa este direito

Mas a dor da saudade é quem nos mata

O tempo e a vida, destino imperfeito

Faz a dor doer demais dentro do peito

 











21 Alma e Gort

A vida e a morte

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A vida passou em frente à morte

Toda vaidosa em cores sem conta

E riu da morte gargalhou em pompa

Zombou gracejando dela a má sorte



Correu faceira se pensando eterna

Andarilha do infortúnio descuidada

Não gozou seus dias em quase nada

Nem viu a morte que seguia sorrateira



Então deu-se as vaidades e orgulho

Nas riquezas tesouros fez embrulho

Guardando pro futuro ao Deus dará



No fim o espelho à olhou já velha

Recordando o passado em passarela

Ouviu morte dizer… Enfim vou te levar



Justo em surpresa aparece lá e cá

Morte encrenqueira vem pra chatear



25 Alma e Gort

O que aprendi

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O QUE APRENDI

APRENDI A RIR EM TODO TEMPO

A VIDA EMBRUTECIDA PELA DOR

JAMAIS FARÁ POR LONGO TEMPO

MEUS OLHOS SE BAIXAREM EM DOR

JAMAIS DEIXAREI QUE OS HOMEM

FAMINTO PELA DESGRAÇA ALHEIA

ALIMENTE FOME DA INFELICIDADE

NÃO COMIGO E NÃO FARÃO AMIM

A INQUIETUDE QUASE MOMENTANEA

AVISA OLHOS QUE VEEM PODEM

SE DAR AO LUXO DE OLHAR O CÉU

E A NATUREZA VIVA E MAIS AINDA

O AMOR E A PAZ DE DEUS SINGULAR

EXPLENDIDO E DELEITOSO SUBLIME

EM MILAGRES EM MINHA VIDA

JAMAIS DEIXAREI DE FALAR SEMPRE

EU QUE TE AMO  VIDA…TE AMO





26 Alma e Gort

O cheiro do homem

















;***








O cheiro do homem





O cheiro de um homem é inconfundido



           O cheiro único vai quebrando as algemas.

                                                                                   

Os homens apaixonados atraem fémeas

                                                                                   

No cheiro típico de ferótico libido





O cheiro dos homens mescla-se em fendas

                                                                                   

Nas confusas oscilações de dois amantes

                                                                                   

O seu perfume só exala nos instantes

                                                                                   

Quando ele se da a musa em oferenda







O cheiro do homem é confuso e inebria

                                                                                                     

             Surge da masculinidade em extasia                      



Trazendo as mulheres desejos e intentos





                                                                                   

O cheiro do homem mascara a consciência

                                                                                   

Quando fica gravado em toda sua essência  



Nos secretos segredos dos momentos.







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27 Alma e Gort

Sonata ao luar

Quinta-feira, fevereiro 20, 2014 08:39 
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Sonata ao Luar

Olhando a noite amplidão infinda
Deparo em meus olhos o esplendor
O satélite que brilha em seu alvor
Transfere a força da magia ainda

O fulgor de seus raios e seu anel
Encantando mostra seu minguante
Como se um sobrenatural instante
Abrisse nela um portal ao céu

Lua em encantos dos enamorados
Dos antigos madrigais apaixonados
Os poetas te aclamam em hinos

Que teu brilho silente e sonhador
Renasça sempre  em prazer divino
Exaltando na vida a força do amor

Alma Gort


Arnusha


Botão Clicável
35 Alma e Gort

O velho e o jovem coração

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Certo moço coração em público se orgulhava

Mostrando todo seu corpo sem tais ranhuras

A um velho coração machucado com  fissuras

Num descaso direto pra todos que o olhavam

                                                                           

Dizendo que jamais sofrera de saudade dor

Exibindo a mocidade belo em vaidade e glória

O jovem coração não sabia da outra história

Do então velho coração sangrando em amargor

O velho coração falou...este velho coração moço vaidoso

Já resistiu tudo da vida nas guerras poderoso

Dores de amor, amigos falsos, foi muito massacrado

Também sentiu saudades e conheceu felicidade

Não provaste quase nada da vida em tua idade

O novo coração ouviu cabisbaixo se afastou calado

As pessoas ouviram e aplaudiram o velho coração

O jovem coração vazio foi embora envergonhado

36 Alma e Gort

Superando derrotas

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Superando as derrotas

Procurar a felicidade fugir dos traumas

Esquecer problemas superar as perdas

O tridão do inimigo atinge suas cerdas

E do homem fraco deforma sua alma

Mostra então a fantasia mácula matéria

E a juventude em flor no vicio despetala

O que sobra em algum tempo nem se fala

Pois é amostra da horrível cara da miséria

Deus enviou um Ser em luz e em virtudes

Justo porque sabia que os dons e viscisitudes

Haviam decaidos todos em desobediência

O Poder veio em carne dentro da ciência

A transfomar o homem em sua essência

É aceitar e ver o Milagre da Onipotência

Através da força da busca de um carente

O Cristo Vivo restaura e refaz a sua mente





Porque Cristo veio buscar e salvar o que havia perdido vers Bíblico
37 Alma e Gort

A velha estação passada

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Que poderei falar se tudo é fachada

Acabou a iluzão que antes agonizava

Que todo sentimento entrou no inverno

Este vazio agora é mata fechada



Vejam a música dos tempos em hinario

Ladeada pelo bailar da poesia em data

Canta-se o que o calendário marca

A força do momento é nata



Se em braços fortes não fazem os pejos

Mãos que acariciam perdem-se no tempo

Causa ou efeito verso em contra tempo

Em pupilas castas cheias de desejos



A voz da poesia diz tudo esta perdido

Na traição que o ego reclama insensatez

A volta do boêmio se fechou de vez

Na sargeta feneceu sem sentidos



Oh! feiticeiro caminho de emboscadas

O poeta caminhou sòzinho numa estrada

Apaixonado pelo um sonho e mais nada

Sonho morto na estação passada

 

41 Alma e Gort

Nosotros

Gostaria ao versar a vida e descrever
Da longa estrada aqui o que é viver
Nascer crescer reproduzir e morrer
Em que voltamos ao pó em nos perder

Somos parte de uma cadeia genética
Olhamos o que o universo em sua ética
Suas dimensões e que chegamos a crer
Numa magna essência diversa de poder

O místico mistério induz nossa mente
A provas mui potentes e intimamente
Irrealizações sonhos irreais e desprazer
Fazendo com isso seu jogo do porque?

Mas temos livre o arbitrio de escolher
Provas duras em alguns vem maldizer
A região raça a estirpe a personalidade
A tudo dura prova ver-se a intensidade

Atraidos pela grande força da paixão
Busca do prazer hipnótico da emoção
Procurando nela nossa real felicidade
Sabendo que é estígma de infidelidade

Livro de estórias da vida aos milhares
Mesmos dramas,canto de mui penares
Como rostos humanos em nada iguais
Mais levando os medos dos tais quais

Humanos de um tempo um centenario
Não mais que ao máximo octogenário
E tudo vai, na demencia da existência
Na vida que se segue em sua crença

Os momentos nos foram oferecidos
Para vivermos vida em choros e risos
Com nalgum proposito neles acredito
De tudo que passamos em bendito...

Viver em cada segundo como último
Em canto de amor no riso ou tristeza
Em tudo que vimos da vida a realeza
Aprendamos o jogo da vida em proeza

Cada paixão é livro de ensinamentos
Cada música um universo de momentos
Cada imagem em simbolo atrás de manto
Cada verso da vida vivamos seu encanto

Por fim nada disse da vida o que quis
Porque a vida é mais do que se diz
43 Alma e Gort

O verdadeiro refúgio

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O verdadeiro refúgio

 

Há na mente e coração teu semblante

Nas noites e momentos sentidos Há luz

Tudo lembra estigma que teu brilho reluz

Do sagrado puro ou mais raro diamante

 

Fulgor do teu raiar qual arrebatamento

Palavra gestos de nobreza é tal realeza

Aquém da terra dos homens tal beleza

Vasta ciência maior que o pensamento

 

O Nazareno traído cumpri-se a profecia

Entrega-se a morte de cruz suma agonia

A voz…Passa de mim o cálice de amargura!

 

O Cordeiro de Deus sofreu vergonha e dor

Obedecendo fielmente a missão e amargor

Selou na cruz tendo o arbítrio assegurado

 

Aceitar o poder deste sacrifício é liberdade

Salvando escolhidos pecadores fracassados

 

Di E não há salvação em nenhum outro; porque debaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos (Atos 4:12).



















46 Alma e Gort

Luzes da ribalta

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Luzes da ribalta



Deus provê de algum esquecimento

Não julgue porém que teu lamento

Por certo tocará em muitos corações

No teu sentimento e teu momento



Se amôres antigos tivestes ao lado

Vê que a luz da aurora é um fado

Alertando assim que o dia logo vem

Mesmo saudades sintas de alguém



Baixa a cortina deste teu passado

Se erros cometidos não fizeram bem

Segue em frente agora... acordado!



As luzes da ribalta viu teu pranto

Veste a vida de esperança enquanto

O tempo cura o coração apaixonado



47 Alma e Gort

Ato de contrição

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Perdoa-me Jesus em fé e sentimento

Sei dos pecados meus já cometidos

Cá dentro d'alma ouço meus gemidos

Pedindo perdão em arrependimento



Perdoai tudo da vida que maldisse

Rancor, mágua, raiva e infidelidade

A infeliz obra da carne tem maldade

Por causa da serpente sem credisse



Eu vos rogo pelo Sangue derramado

Minha incompreensão deste malfado

Me fêz a vítima desta algoz verdade



Tua palavra que resgata da desgraça

Ouve teu filho e lhe concede a graça

Em contrição meu coração abrasa



Pois sou filho pródigo ainda herdeiro

Arrependido estou voltando a casa

 

 

 



 

 

 

 



 
 

 

 









 












































































50 Alma e Gort

As mil e uma noites

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Se dizes me amas por quatro semanas

Em ti não acredito teu amor é fingido

Só acreditaria se em mil e uma noites

Me desses segredos e os teus desejos



Se dizes que queres em mil e uma noites

Eu te dou meu abrigo e muitos amores

Mais não te julgues o tal ou cara de pau

Pois após teus amores sou mulher fatal



Eu contarei estórias e falarei das delicias

Darei meu riso farei sem juízo amor afinal

Mil e uma noites contigo é praso total



Se não infligires ou iludires e não desistires

Da prova leal então eu te faço saber o final

Eu me entragarei a viver contigo o amor ideal















































51 Alma e Gort

O mundo dos esquecidos

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O mundo dos esquecidos







Há de se fazer no humano a sua notória

Diante da ciência julga até Deus esquecido

Realidade que fustiga o ser desvanecido

A espreita de nós mesmos sermos julgados

E entre outros tempos em que ficou calado

Faça o homem mortal a sua história



Um Deus nos acuda no mundo em inglória

Debulha sua dor e riso entre as lembranças

Pra depois queixar-se das desesperanças

Sem ter idéia do futuro em sua incerteza

Nada pode mudar em toda esta nudeza

Fazendo o homem mortal a sua história!



Atrás da banda que passa em sua inocência

A vastidão da praça ela nem ver teu pranto

Pois para isto é presa em verossímil encanto

Que entra pela porta enfrente sai nos fundos

Que restará de ti ou que darás ao mundo

Fez o homem mortal a sua história!





Onde estão os que fazem sua vida em glória

Senão se aborrecem e fogem sem a vitória

Porque persistir diante dos corvos famintos

Se a carne é fraca e a tendência é um grito

A guerra já começa na fraqueza e conflito

Fará o homem mortal a sua história!



Deixa derrota ou conquista ou palmatória

Ainda geme as suas dores da mesma seresta

O apelo do vão riso que sua alma empresta

Sem jamais sentir esta paz que inda resta

No mundo do tempo que foi esquecido.

Feito o homem mortal a sua história!

 





 

 

O mundo dos esquecidos









 









52 Alma e Gort

Vento em ventania

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Vento vagante bricando fulias

Entre a saia da moça rebuliças

No cabelo da menina te ouriças

Trazendo o riso nessas alegrias



Vento tu levas festejo e dores

Que no tempo trazes os teus ais

Cordilheiras águas em vendavais

Ventania que uiva teus rumores



Cantas alegres e tristes amores

Deixa o ar levar todas as dores

Pra que possa se acalmar o rio



Põe a alma átrio desse mundo

Em átomos volateis e fecundos

Na terra as margens do teu brio



Vento traquino que ouçam o grito

Desde ventre da terra teu espirito



56 Alma e Gort

A esperança que consola

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No intento inflamado de mostrar a luz

Não apenas em versos de assassinato,

O comovedor ato que de vileza ingrato,

O colocou como um réu naquela cruz.



Há o suborno desta vida maldizente,

Hora nos faz rir ou chorar sofrimento,

Em que caímos como de um momento,

Na realidade em que se faz um crente.



Máscara bizarra de mentes doentes

Ou mesmo um simples ato descrente,

Que a desobediência chama de pecado,

Acorrenta como um vício atroz malvado.



Marchamos assim descuidosamente

Numa mente atrofiada de descrente,

Como cegos sem guia para eternidade,

Sem percebermos o surpreendente.



Deixamos o amanha à Deus pertence,

Mas, se o amanhã é o hoje incoerente,

Já se foi o tempo do arrependimento,

O que se segue é o que vem na frente.



Só um único Homem amou a verdade

A criação humana mostrou a liberdade,

De escolher seu destino inconsequente,

Dentro da nossa causa infeliz fatalidade.



Ele mostrou ao mundo o que é o amor

Pagou ao inimigo preço do nosso penhor,

Em troca somente que seguisse os passos

Tal qual é nosso irmão amigo salvador.



Prometeu aos que o seguirem liberdade,

Que salvaria da morte eterna humanidade,

E viria buscar predestinando escolhidos

Na eternidade num real viver de liberdade



Hoje em ciência o ser joga sua sorte,

Desfeita e descrédito contínuo alheio,

Mesmo vendo a vida em cruel realidade,

Da sua própria prisão na infelicidade.



Afunda num poço de lama e angustia,

Seu masoquismo leva em si a sepultura,

Transtornado envelhece em sofrimento

E desconhece a paz e o sentimento.



E Jesus continua a nos mostrar enfim,

Dizendo em palavras …Vem a mim

Eu sou a verdade, não estais sozinhos

Ninguém vai ao Pai senão por mim.



A verdade é de clareza mui profunda,

A visão sagrada do Cristo é oriunda,

Do Espírito de um Deus que nos formou,

E nos fazemos parte de grande penhor.



Mas a criatura quer mais do Senhor,

Pra aceitar o dom da suprema sapiência,

E a humanidade busca em sua ciência

São poucos que têm Jesus O Salvador.



Mais Ele prometeu com toda autoridade,

Para aqueles que aceitam suas verdades,

Possuírem Nele o selo da sua identidade

Pra viverem nesta terra essa realidade.



JESUS, SENHOR DA LUZ E DA LIBERDADE
58 Alma e Gort

SÍNTESE DE UM ENSAIO

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Captei nos meus olhos a  força da vida

Mas esqueci que o tempo é quem domina

E qundo acordei vi rugas em minha face

Vi que cada marca tinha o meu passado

E neles o meu passo....



Tudo muda até aquilo que nós amamos mais

O mais interessante é que sorrimos sempre

Das fotos antigas como démodé ou atrasada

No entanto antes de tira-las eram modernas

Atualizadas!



Amamos nosso estágio de juvenis acrobatas

Corpo esbelto mais coração em angustias

Queremos mais que nosso amigo em tudo

E olhamos no espelho inventando palhaçada

Numa maquigem bem borrada...



Somos infelizes a rir de alguns professores

Que exigem boas notas e comportamento

Odiamos os nojentos que estudar nos mata

Achamos nos pais velhos e insignificantes

Nos sabemos tudo e eles... nada.



Somos lindos e nem percebos nossa juventude

Sofremos paixões e dores infindas que passam

Tão rápido substituidas por outras iguais

Se soubessemos como tudo vai rápido

Nos dariamos a nós valor e a graça



Chega a maturidade e a velhice assim do nada

Há um inverso pensamento ideia maturada

Ai vemos genética no nosso corpo herdada

Sabemos dar valor nosso pais ,e iguais a eles

Temos mente feliz e  conformada





60 Alma e Gort

Vida em ostracismo

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É bem melhor viver no ostracismo

Que mostrando o mundo a tua face

Pois a humanidade atua em disfarce

Na maldade em pico mostra o cimo

Falsidade cruenta tem seu enlace

O egoísmo competitivo e desapego

Nem Cristo agradou Judeus e Gregos

Assim continuo oculto teu disfarce

Existe ainda o amor familiar as vezes

E até este se confina nas revezes

Na sua pressa come comida crua

É um deixa pra lá faço isto outro dia

Para fazer dinheiro é que o tempo fia

“O ostracismo anda na solidão da rua “

61 Alma e Gort

Aviso Prévio

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Aviso Prévio







Nos proibindo os tais sentimentos

Ao que parece esta ficando forte

Desfaço as ilusões dou Boa sorte

Passo em real lei os mandamentos



Não fale de amor disfarce elogios

Não demostre os tais sentimentos

Não alimente ilusões neste momento

Parta pra outra o tempo aqui é frio



É certo que o amor quando desperta

Deixa sem cuidado a porta aberta

Se entrar a paixão tudo transmuda



Já vejo o tempo aqui ficando quente

Se amor começa a brincar com a gente

Quando porta se fechar… Deus nos acuda!

















62 Alma e Gort

Meu ínvio desejo

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Meu ínvio  desejo

Abandonei  o velho sonho incolor

Percebi o castelo em ruina desfeito

Tentei inda guardar aqui no peito

As migalhas do que chamei amor

Um estigma que marca o coração

Um desfecho cruento do declinio

São mudanças da vida no arcifínio

Incauto seguir das nossas ilusões

Não deixei incauto os sentimentos

Preparei futurando meu momentos

 Mudar o rumo em emersão ousada

E de todo liame pelo qual sobejo

Fecho meus olhos e ainda desejo

Sentir a emoção da paixão passada

 





































































63 Alma e Gort

Turbulenta paixão

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Turbulenta paixão



Estou a aterrar esta lembrança

Pretérito de um tempo pretenso

Sem certeza e um pouco tenso

Estou a desfazer esta aliança



Em turbulência este é mal tempo

Desfaço o pensar e num momento

Faço promessa ao meu sentimento

Vou encerrar de vez a esperança



O coração já chora da má sorte

Pela perda talvez deste consorte

No teu ciúme meu amor disfaço



Vão engano me prometo dia a dia

Mas o amor ressuscita em extasia

Explodindo paixão em teu abraço



64 Alma e Gort

Não digas a ninguém

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Há vida bela tem momentos tristes

Cruzes na estrada vastas inverdades

E há humanos que vivem qualidade

Provam o sabor do bem que existe

Puericia estigma da má identidade

Átavica semente daninha pluridade

Mas entreposto o lado da bondade

Fazendo amor na melhor qualidade

Se nota então tem algo em seu olor

Pois se a vida é bela fundo multicor

Entre verdes das matas feitas em giz

Entre rumores dos versos que eu fiz

Digo verdades de profeta que prediz

“Não fales pra ninguém que és feliz”

 

 













66 Alma e Gort

O cântaro

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Enchi o cântaro da alma sedenta

Pela sede em que me expus na vida

Entre sequela da vida embrutecida

Ao ermo numa busca lenta mergulhei



Os passos que dei e o que assisti

Mostrou-me do quanto tudo muda

Circo onde o ensaio se transmuda

Em cada tempo o ser servo e rei



E de repente assisti muitos enredos

Vi o quanto era inutil os meus medos

Assim a vida envelhecia e meditei...



Vi por fim fora a linha sem contexto

No livro da vida aprendi seus textos

Mostrando nesta vida o que agora sei.



67 Alma e Gort

Uma página final

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Detenho- me a imaginar a vida e suas mudanças,

Que seus minutos são fugazes e não perduram,

Quedo-me a analisar suas fases e quanto mudam,

Mas, nela prevalece o forte dominar da esperança.



De que valeria a unidade do tempo sem a glória,

Há no ser e as vaidades, ou sucesso que fenece,

O rumo das vidas segue rápido e ao que parece,

O relógio do acervo vida tem seu tempo e finda.



As dimensões da existência são horas em ousadia,

Somos aprendizes da vida aqui nesta alquimia,

Dos passados humanos as paginas de memórias.



Nos somos um exercito da temível guerra em litígio,

Uns tem glória, um conto, outros um servil destino,

E certo repousaremos nossa alma nalgum paraíso!



Será este conforto pra alma, um repouso eternal,

E será o resumo da historia humana e seu final.

69 Alma e Gort

EVA

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Eva

Perdida de amor fui cordel do tempo

A emoção ficou no além da esperança

Marcas vivas tatuadas em lembranças

Marcam todo tempo meus momentos

Fugidias recordações de meus amôres

No leito as noites quentes vivo sonhos

A mão perfuma o verso que componho

feito dos anos em sua nuance e côres

Repousa  aqui coração que bate ao peito

Descansa taciturno e manso  de tal geito

Maternal retiro e sossêgo sem rancores

Certo amanhã o encantará na paz no leito

E um novo sol brilhando o deixará refeito

Num pedaço da maça e outros sabores…

 

 

70 Alma e Gort

O CARPINTEIRO

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A lucidez por instantes se vê claro

A ignomínia da existência humana

Supérflua luz que acabada a chama

Chama pra terra se pagando caro

Sem domínio próprio os sentimentos

Trocam neurôneos dentro do espaço

E um corpo vitreo é feito em bagaço

Se desfazendo a cada pensamento

Não foi calibrado ou feito reparo

Encontrou uma casa sem telhado

E nas estradas roeu-se em pedaços

O seu  portfólio se desfez inteiro

Sem solução restou ao Carpiteiro

Consertar a frágil alma do fracasso

“Não é este o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, Joset, Judas e Simão? E as suas irmãs não estão aqui entre nós?”

Mateus 13,55-56 ...:





74 Alma e Gort

Insônia e poesia

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Detive a ansiedade no velho coração

 Tempo que de inquietação gritava

Mas ele nem ouviu a minha petição

 Intenso o amor ainda o despertava

Lá fora olhando a noite enluarada

Como boêmio em noite taciturno

Silente ouvia algum cantar noturno

Na placidez da escuridão calada

Imaginando em tudo meu momento

O outono o cair das folhas ao vento

Era uma estação de um tempo findo

Vivi o amor em todos seus momentos

Relicários de amoções idas ao vento

Já sonolenta  vejo madrugada vindo





























86 Alma e Gort
89 Alma e Gort

Atmosféricas Aleluias


ramki.kiev.ua
Aleluias atmosféricas

Atmosfera etérea no tempo
Espaço eleito da existência
Entranhas de íntimos solfejos
Que traduz os átomos da vida.
O ar conduz a transição e vento
O solfejar ou sibilar nas matas
Nos rios que correm e cascatas
Nos becos escuros ou sarjetas.
Nas entranhas da terra inteira
Sopras teus odores odorados
Pela fumaça das queimadas
Pela poluída garra industrial
Nos jardins a terra cortejas
Oh! Ventania odores e rumores
Nas vias da terra e florestas
Há vida em todas as brechas!
Por fim abres teus vendavais
Já gastos em mistas misturas
Culpas o homem pela injúria
Das impurezas junto carregas
Mas mesmo nos tufões revoas
Atravessas os tempos e te doas
És então um sopro de Deus
Nas narinas do homem mortal
Que te devora explora te polui.
Milagre ou enigmático encanto
Pelo que respiro entretanto.
E que graças pelos suspiros
Que respiro inspiro e expiro
Os teus elementos em aleluias
És um cântico de vida a existência
Sem ti a vida jamais existiria
Aleluias atmosféricas Aleluias
 
 
Alma Gort
120 Alma e Gort

Sentidos

Botões que levarão a outros

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Paixões se perderam nem sei onde

As escondi para não sofrer demais

Abandonei tudo que ficou para trás

Brincando de esconde- esconde.


De repente penso que te amo

Surpreso me descreves teu intento

 Envias de certo algum sentimento

Meu destino agora é cor de cromo!


Embalo a noite adentro taciturno

Saibas que é para ti o meu momento

Último desvario último tormento.


Embora tudo se pareça efêmero

A existência como o passar do tempo

Me faz viver pra ti em pensamento.


Alma Gort

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129 Alma e Gort

Amor incomparável






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Um amor incomparável
 
Trago aqui um amor incomparável
Um amor que nunca foi de alguém
E em promessas não dei a ninguém
Um grande sentimento intocável.
 
Algo forte em mim de tão sagrado
Quem sabe isto se vá comigo além
Talvez em segredo dedique este bem
Um indefinido verbo do passado!
 
 Uso este amor intenso quando faço
Versos de paixões e dou um laço
De nó cego o qual eu não desfaço...
 
Embalo a vida e a vida eu refaço
fatos que foram feitos de fracassos
Mas o dito amor descrito ainda guardo
 
Alma Gort
 
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130 Alma e Gort

Amor incomparável






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Um amor incomparável
 
Trago aqui um amor incomparável
Um amor que nunca foi de alguém
E em promessas não dei a ninguém
Um grande sentimento intocável.
 
Algo forte em mim de tão sagrado
Quem sabe isto se vá comigo além
Talvez em segredo dedique este bem
Um indefinido verbo do passado!
 
 Uso este amor intenso quando faço
Versos de paixões e dou um laço
De nó cego o qual eu não desfaço...
 
Embalo a vida e a vida eu refaço
fatos que foram feitos de fracassos
Mas o dito amor descrito ainda guardo
 
Alma Gort
 
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