Mário Rui de Oliveira



Mark Rothko
Mede a tapeçaria como quem entra no santuário e quebra o espelho de
uma ausência. Suas cores são um milagre. De púrpura violácea, de
púrpura escarlate, de púrpura carmesin.

Assim o manto do seu encontro. Feito de romãs e sinos de oiro. Da
matéria dos holocaustos.

(para José Tolentino Mendonça)


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