escritas.org desde 1996
Diogo Alcoforado

Diogo Alcoforado

n. 1937 PT PT

Diogo Frederico Lemos Cerveira Alcoforado é um professor universitário na área da Filosofia, poeta, ensaísta e artista plástico português.

n. 1937-01-01, Espinho

241 Visualizações
Biografia
Poeta, pintor e professor. Diplomado com o Curso Superior de Pintura da ESBAP (Escola Superior de Belas Artes do Porto) em 1965 e licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras do Porto em 1976, fez ainda o curso de Ciências Pedagógicas na mesma Faculdade. Foi professor de Desenho e Educação Visual no ensino secundário. Em 1977 passou a leccionar Estética no curso de Filosofia da Faculdade de Letras do Porto, onde se doutorou em 1990 com a dissertação «Sentido Trágico da Ideia Baudelaireana de Modernidade: Alguns Aspectos da Prática Pictórica Francesa: De Courbet a Cézanne». Foi co-fundador dos cadernos de poesia «Exercício de Dizer», onde publicou as séries «Sete Meditações sobre os Rios» e «Sete Exercícios de Pura Circunstância», inseridas nos volumes colectivos Exercícios de Dizer (1977) e Terra: Porto (1980). Publicou a série «A Miragem: Onze Meditações em Forma de Soneto» na revista Nova Renascença (nº. 10, 1983). Tem ainda colaboração poética nas revistas Loreto 13, Hífen, Figuras e Letras & Letras e no suplemento cultural de O Comércio do Porto. Está representado em algumas publicações colectivas de poesia. Tem ensaios sobre problemática estética ou outros domínios da Filosofia publicados em várias revistas, como Nova Renascença, Revista Portuguesa de Filosofia, Revista de Filosofia da Faculdade de Letras do Porto, Revista de História da Faculdade de Letras do Porto e Humanidades e, ainda, no livro Breve Meditação sobre a Evolução dos Objectos (1970). Fez crítica de arte, durante algum tempo, no suplemento cultural do Jornal de Notícias. A sua poesia é marcada por um rigoroso exercício de linguagem, o qual leva as palavras a desenvolver uma trama abstracta marcada por sobreposição de planos, muitas vezes criados pela diversificação ou disseminação metafórica, pelo recurso à intertextualidade, pela exploração da semelhança nas palavras ou paranomásias, etc. Na sequência de certas opções nos anos sessenta, a sua linguagem procura sempre uma depuração que, de imediato, ganha densidade através de uma concentração imaginística rigorosamente perseguida.

Poemas

0

Nenhum poema encontrado

Livros

6

Vídeos

50

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.