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Tudo que amei, se é que o amei, ignoro, E é como a infância de outro. Já não sei Se o choro, se suponho só que o choro, Se o choro por supor que o chorarei. Das lágrimas sei eu... Essas são quentes Nos olhos cheios de um olhar perdido... Mas nisso tudo são-me indiferentes As causas vagas deste mal sentido. E choro, choro, na sinceridade De quem chora sentindo-se chorar. Mas se choro a mentir ou a verdade, Continuarei, chorando, a ignorar. 05/09/1934
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Fernando Pessoa
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