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Guia-me a só razão. Não me deram mais guia. Alumia-me em vão? Só ela me alumia. Tivesse quem criou O mundo desejado Que eu fosse outro que sou, Ter-me-ia outro criado. Deu-me olhos para ver. Olho, vejo, acredito. Como ousarei dizer: «Cego, fora eu bendito»? Como o olhar, a razão Deus me deu, para ver Para além da visão – Olhar de conhecer. Se ver é enganar-me, Pensar um descaminho, Não sei. Deus os quis dar-me Por verdade e caminho. 02/01/1932
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Fernando Pessoa
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