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Janete Rodrigues Ribeiro

Janete Rodrigues Ribeiro

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Estranha saudade

Então, tu apareceste no meu caminho
a ti entreguei meu coração
te contei meus segredos
te dei meu corpo e meus carinhos...

Todo meu mistério desvendei
tudo que tinha guardado
tanto tempo na minha solidão,
te ofereci tudo, cada pedaço, cada emoção...

Agora faço parte do teu todo
sou fração do teu total
somando essa imensa ternura
juntando um carinho sem igual!

Os minutos em hora se transformaram
longe de ti, teus abraços, teu olhar,
as marcas que em mim ficaram
de nossos momentos sob a luz do luar...

É assim, uma estranha saudade,
um sabor de ti, que dentro ficou,
encravado em minha alma,
lembranças do que se passou...

Acordo, olho o céu, vejo o sol
tudo iluminado à minha volta
recordo nossos corpos no lençol,
nosso abraço apertado, o último olhar...

E tu, voltando, rolando estrada
e eu, parada, perdida, presa ao chão,
olhando de longe, tu sumindo e
entrando cada vez mais fundo no meu coração!

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Poemas

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Estranha saudade

Então, tu apareceste no meu caminho
a ti entreguei meu coração
te contei meus segredos
te dei meu corpo e meus carinhos...

Todo meu mistério desvendei
tudo que tinha guardado
tanto tempo na minha solidão,
te ofereci tudo, cada pedaço, cada emoção...

Agora faço parte do teu todo
sou fração do teu total
somando essa imensa ternura
juntando um carinho sem igual!

Os minutos em hora se transformaram
longe de ti, teus abraços, teu olhar,
as marcas que em mim ficaram
de nossos momentos sob a luz do luar...

É assim, uma estranha saudade,
um sabor de ti, que dentro ficou,
encravado em minha alma,
lembranças do que se passou...

Acordo, olho o céu, vejo o sol
tudo iluminado à minha volta
recordo nossos corpos no lençol,
nosso abraço apertado, o último olhar...

E tu, voltando, rolando estrada
e eu, parada, perdida, presa ao chão,
olhando de longe, tu sumindo e
entrando cada vez mais fundo no meu coração!

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Busca

Ah! Quisera me perder na noite dos tempos
Correndo ligeira e leve como os ventos
Procurando a linha do horizonte
Buscando do amor, a verdadeira fonte!

Ah! Quisera doar-me assim, por inteira,
E apresentar-me doce, suave,
como a lua, faceira,
Ao meu amor primeiro, amor emoção,
Que fizesse vibrar todas as fibras do meu coração!

Ah! Quisera num abraço final
De tua vida, ser a medida do sal,
E num beijo, jurando eterna paixão,
Entregar-me em teus braços,
de alma e coração!

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