Júlio Mário Baptista Ripado
1887–1907
· viveu 20 anos
PT
n. 1887, Elvas · m. 1907, Lisboa
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Biografia
Poeta de um só e póstumo livro – Os Meus Versos, com prefácio de D. João da Câmara, 1908 –, Júlio Baptista Ripado, morreu aos 20 anos, tuberculoso. Eduardo Schwalbach dirigiu o funeral do jovem que aos 16 anos se estreara, com um soneto, «Minha mãe», na sua «Revista Literária, Científica e Artística», suplemento do Século (5-12-1904). Segundo o prefaciador, o livro referido é composto de «versos espontâneos, sinceros, luminosos, sem uma frase que seja uma hipocrisia […] e sobretudo notáveis pela originalidade que prometia a Júlio Ripado um alto lugar entre os poetas portugueses.» Adorado pelos contemporâneos, Carlos Cilia dedicou-lhe um artigo necrológico nas Novidades de 1-4-1907, Alfredo Guimarães homenageou-o nos Serões (2ª. série, vol. V, Set. 1907, e Carlos Parreira, também companheiro do poeta, evocou-o no Rádio Nacional (24-9-1944).
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