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M. Macedo Faria

M. Macedo Faria

n. 1930 PT PT

n. 1930, Funchal

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Biografia
Jornalista, escritor e poeta, Manuel Pestana Gouveia Macedo Faria fez os estudos secundários na Escola Industrial e Comercial do Funchal, onde em 1950 concluiu o Curso Complementar do Comércio. Tem ainda o Curso Elementar do Instituto Científico Espanhol de Investigações Psico-Magnéticas de Madrid, o Curso de Doutrinas Bíblicas da Escola Rádio Postal e o Curso de Formação de Contabilidade Pública. A partir de 1960 foi escriturário-dactilógrafo na Escola Industrial e Comercial do Funchal. Em 1997 aposentou-se do cargo de chefe de secção do quadro da Direcção de Pessoal da Secretaria Regional do Equipamento Social e Ambiente do Governo Regional da Madeira. Em 1975, na sequência de artigo publicado no semanário Diário da Madeira, com o título «Na Madeira Vitória da Social-Democracia: Uma Razão para a Independência? Quem São os Obscurantistas», esteve dois meses preso no forte de Caxias. Em Março de 1979 participou no I Seminário de Jornalismo da Madeira. De 1978 a 1979 pertenceu ao grupo fundador do Partido Democrático do Atlântico (PDA), tendo sido candidato a deputado por Lisboa. Nesse mesmo biénio foi eleito membro da comissão de freguesia da Sé e congressista da APAM - Associação Política da Madeira. Em 1980 fundou o Centro de Espiritismo e Parapsicologia da Madeira, do qual tem sido director e presidente, e, em 1984, fundou a associação Legião de Cristo, de que foi secretário e presidente. Em 1983 fez parte, como independente, da lista concorrente do Partido Comunista Português às eleições autárquicas do concelho de Santa Cruz da Região Autónoma da Madeira. No mesmo ano passou a ser chefe de redacção do periódico Zarco. Colaborou ainda nos jornais e revistas Estudos Psíquicos, Fraternidade, Eco do Funchal, Zarco, Madeira Nacionalista (da Venezuela), Diário da Madeira, O Semeador, Diário de Notícias (do Funchal) e Jornal da Madeira. Com uma intervenção político-espiritual que poderia dizer-se marcada por certa vocação esotérica, dela dão conta não só os seus artigos jornalísticos, mas também alguns dos títulos da sua obra de contista e poeta. Alguns dos seus poemas estão incluídos em Musa Insular, da autoria de Luís Marino. Tem inéditos vários contos e peças radiofónicas, bem como colectâneas de correspondência e de artigos publicados e não publicados.

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