ATÉ À EXAUSTÃO (sensual)
Bom mesmo é
quando nós queremos
e nos perdemos no silêncio
dos nossos corpos famintos
deixando fluir os instintos
Plenamente
estregues às loucuras
condizentes
aos desejos desatinados
dementes...
desenfreados...
Entre o querer selvagem
e a ternura dos toques
entorpecidos nesta viagem
de embates e choques...
Aprazemo-nos esta contradição
sem que haja limites
nos amamos até à exaustão
até saciar nossos apetites!
CléiaFialho
BLOG
SENSUALIDADE À FLOR DA POESIA:
http://poetisasensualeerotica.blogspot.com.br/
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael