A face humana
Quando a face humana torna-se invisível para ti
Percebes que humano não és
És uma coisa singular, completamente nova
E terrivelmente macabra
Pois és incapaz de ver as cores do mundo
És mau em sua natureza
Provedor do sal jogado na terra
Tornam-se ainda mais terríveis suas ações
Quando admites o que faz- e repete, perpetua
Sua maldita ação no mundo
Perceba então, que se te julgo, é porque sou o artífice da justiça
O flagelo e a vingança, torno-me a cruz
E você que toma as faces por invisíveis
Percebe que humano não és
E ajoelha pedindo perdão
Percebes que humano não és
És uma coisa singular, completamente nova
E terrivelmente macabra
Pois és incapaz de ver as cores do mundo
És mau em sua natureza
Provedor do sal jogado na terra
Tornam-se ainda mais terríveis suas ações
Quando admites o que faz- e repete, perpetua
Sua maldita ação no mundo
Perceba então, que se te julgo, é porque sou o artífice da justiça
O flagelo e a vingança, torno-me a cruz
E você que toma as faces por invisíveis
Percebe que humano não és
E ajoelha pedindo perdão
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