METRÓPOLE
Toda noite há uma lembrança
no meio do nada que restou
Faço parte do tudo,
onde vozes gritam com o vento
Só o silêncio pode dizer
as vezes que ri,
as vezes que chorei,
quando gozei,
quando menti,
quando gritei
Sou um todo envolto ao nada
sou lembrança que nunca apaga
Diga-me onde fica nosso novo canto?
Nosso encanto, nosso pranto?
Estou aqui, ao seu lado
pensando quieta, chorando
quero o amor
quero o orgasmo
quero a vida
e você só me trouxe partidas
Sou assim,
preciso que você cante,
no silêncio da noite,
junto comigo
a loucura que ninguém viverá por mim
Segure-se nos meus lábios,
nos meus sonhos
só eles dizem a verdade
ANO: 1996
no meio do nada que restou
Faço parte do tudo,
onde vozes gritam com o vento
Só o silêncio pode dizer
as vezes que ri,
as vezes que chorei,
quando gozei,
quando menti,
quando gritei
Sou um todo envolto ao nada
sou lembrança que nunca apaga
Diga-me onde fica nosso novo canto?
Nosso encanto, nosso pranto?
Estou aqui, ao seu lado
pensando quieta, chorando
quero o amor
quero o orgasmo
quero a vida
e você só me trouxe partidas
Sou assim,
preciso que você cante,
no silêncio da noite,
junto comigo
a loucura que ninguém viverá por mim
Segure-se nos meus lábios,
nos meus sonhos
só eles dizem a verdade
ANO: 1996
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