Mergulho em meu próprio infinito.
Me afogo em mim mesma.
Sufoco-me de verdades veladas.

A balança, no canto do quarto, me mostra o peso que é ser eu.
O espelho, no início do corredor, me diz quem sou, nua, despida de vestes que insistem que eu use.

Quem nunca sorriu de nervoso?
Quem nunca escondeu uma tristeza?

Não me interessa os outros.
Interessa-me como voar sem o peso de querer agradar a todos e acabar não agradando ninguém.

E aos que gostam do meu sorriso: vocês não imaginam o quanto gostariam da minha verdade!!
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