A ansiedade que conversa comigo é criativa, mas ela jamais imaginou que passaria por uma pandemia apocalíptica.

O trauma é amargo, e não sei lidar.

Escrevo por necessidade. Como forma de me fortalecer. Preciso de força. Desse movimento das letras com a ansiedade. Dessa dança catártica. Da desidentificação.

Porque eu não sou ansiedade.
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