Ode à alegria
Oh!
De tempos em tempos
Sou alegria.
Saltito pelas bermas de tudo,
Tal qual
Uma criança ao receber um chupa.
Renasceu
A velha esperança que sempre vem
Ao encontro dos que sonham.
E na tenra névoa
Que é a Vida,
Sou dos que
Não precisam de razões,
Mas emoções
Para viver do mundo.
De tempos em tempos
Sou alegria.
Saltito pelas bermas de tudo,
Tal qual
Uma criança ao receber um chupa.
Renasceu
A velha esperança que sempre vem
Ao encontro dos que sonham.
E na tenra névoa
Que é a Vida,
Sou dos que
Não precisam de razões,
Mas emoções
Para viver do mundo.
Comentários (2)
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martimzanatti
Autor
2020-05-11
Obrigado!!!
2020-04-28
Que linguagem incrível!
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