Madrugada de Domingo
Invade meu corpo, me enche e transborda
Me escorre dos olhos e molha meu rosto
E essa lembrança não tem o mesmo gosto
Depois que partistes por aquela porta
Um fumo entre os dedos segue incendiário
Pra ver se eu queimo essa dor de saudade
De cachaça outro gole tomo com vontade
Pra ver se eu esqueço o meu pobre calvário
Sem mais me aguentar o meu corpo padece
Cansado do choro em pranto adormece
Mas tua lembraça me segue latente
Sonho contigo me abraçando e rindo
E logo depois te sonho partindo
Até em devaneio essa dor é eminente
Me escorre dos olhos e molha meu rosto
E essa lembrança não tem o mesmo gosto
Depois que partistes por aquela porta
Um fumo entre os dedos segue incendiário
Pra ver se eu queimo essa dor de saudade
De cachaça outro gole tomo com vontade
Pra ver se eu esqueço o meu pobre calvário
Sem mais me aguentar o meu corpo padece
Cansado do choro em pranto adormece
Mas tua lembraça me segue latente
Sonho contigo me abraçando e rindo
E logo depois te sonho partindo
Até em devaneio essa dor é eminente
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*