Tolos, tolos, humanos tolos
de mente esguia e sonhos altos
de pernas longas e passos curtos
de luto da vida que vivem
Tolos, tolos, humanos rígidos
sem muito tempero
pouca sede, desespero
palavras que ecoam no vento
Tolos, tolos, humanos embriagados
bêbados com todo seu preconceito
suas légrimas, seu pudor
fracos, egoístas, cheios de rancor
São homens que constroem
o mundo tecnológico
a selva artificial
bomba de desilução
ANO: 1998
de mente esguia e sonhos altos
de pernas longas e passos curtos
de luto da vida que vivem
Tolos, tolos, humanos rígidos
sem muito tempero
pouca sede, desespero
palavras que ecoam no vento
Tolos, tolos, humanos embriagados
bêbados com todo seu preconceito
suas légrimas, seu pudor
fracos, egoístas, cheios de rancor
São homens que constroem
o mundo tecnológico
a selva artificial
bomba de desilução
ANO: 1998
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*