Há palavras que nos beijam

Há palavras que nos beijam com ternura
Que sugam da alma mais que a esperança e brandura
Uma fé tamanha que eternamente depois perdura
Há palavras que nos beijam com tanta lisura
Vasculham o código postal dos silêncios inconsumíveis
Dormitam entre os lençóis dos lamentos imprevisíveis
Há palavras que nos beijam quando hipnotizadas e
Se entrelaçam às emoções assustadoramente escravizadas
Onde cada verso jorra uma imensidão de palavras apaixonadas
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A Falsidade II
Do sol sol vem o dia do seu por - vem a noite - das várias lutas da humanidade vem tristezas e as alegrias. E das vidas humanas - vem …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Biscoitos doces.
Todos os dias são iguais ao que se apresenta a mim - todas as noites são diferente perante as estrelas que brilham , quando apaixonado…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Uma rosa-de-caiena
No rio do destino a gente se encontrou.
A minha orelha com uma rosa-de-caiena
com charme e muito carinho você enfeitou.
Com…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Meu horizonte.
Nunca mais te vi pelas ruas a passear Meu horizonte era você - pois és tão bela vestida de negro em pele morena - e teus cabelos ondulad…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*