Desfazendo-se das memorias
Desfazendo-se das memórias
Um dia o rio nos trouxe a alegria com os peixes
Replicando o fluxo das emoções passadas
Sou independente e descontente.
Compreendi que das entranhas existia um clamor
Deletério e repleto de incômodos
Tomado por um hiato que simplesmente voltou.
Ao reconsiderar como sorte dei outro azar
Tudo era tão intenso e de fato foi tão tétrico
Por horas e dias sem fim…
A temperança se adquire no dia a dia
No proscênio da curta existência
No protagonismo da vida antagônica à morte.
Peregrino solitário caminho rumo ao interior do ser
Com olhar atento às idiossincrasias
De uma vida que mais aparenta ser um queijo suíço.
Consubstanciado de preconceitos
No completo ato religioso
Onde é “natural” porque é patológico ser incoerente.
Existe a nascente!
Seguro sua mão e vou
O sol que ilumina esta indo.
Carlos de Campos 🙃
Um dia o rio nos trouxe a alegria com os peixes
Replicando o fluxo das emoções passadas
Sou independente e descontente.
Compreendi que das entranhas existia um clamor
Deletério e repleto de incômodos
Tomado por um hiato que simplesmente voltou.
Ao reconsiderar como sorte dei outro azar
Tudo era tão intenso e de fato foi tão tétrico
Por horas e dias sem fim…
A temperança se adquire no dia a dia
No proscênio da curta existência
No protagonismo da vida antagônica à morte.
Peregrino solitário caminho rumo ao interior do ser
Com olhar atento às idiossincrasias
De uma vida que mais aparenta ser um queijo suíço.
Consubstanciado de preconceitos
No completo ato religioso
Onde é “natural” porque é patológico ser incoerente.
Existe a nascente!
Seguro sua mão e vou
O sol que ilumina esta indo.
Carlos de Campos 🙃
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