O supremo consolo
Tu trazes, Ó Pai amado, a chuva seródia
Que fecunda de uma curativa misericórdia
A vida de um homem sincero que chora
E os solos de toda alma que louva e ora!
És tu a suprema consolação de todos os dias!
E designas um alvorecer de paz e alegrias,
Fazendo nascer as sementes do amor
No coração dos justos que vivem de fervor.
O teu povo, Santo Remidor, prevalece
Como uma rosa de Saron que se fortalece
Graças ao teu alento no deserto da existência.
Só tu podes, Ó Pai Sempiterno, tão bem regar
O teu povo com um consolo que o faz raiar
Como um novo dia em clima de resiliência!
Que fecunda de uma curativa misericórdia
A vida de um homem sincero que chora
E os solos de toda alma que louva e ora!
És tu a suprema consolação de todos os dias!
E designas um alvorecer de paz e alegrias,
Fazendo nascer as sementes do amor
No coração dos justos que vivem de fervor.
O teu povo, Santo Remidor, prevalece
Como uma rosa de Saron que se fortalece
Graças ao teu alento no deserto da existência.
Só tu podes, Ó Pai Sempiterno, tão bem regar
O teu povo com um consolo que o faz raiar
Como um novo dia em clima de resiliência!
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