Uma prece de louvor
Louvo a ti, excelso redentor, fortaleza da minha vida!
Louvo a ti, estrela da manhã, príncipe da equidade!
Tu és hoje e para sempre serás o luzeiro que prodiga
A esperança para um ardente sonho de liberdade!
Tudo o que existe, carrega o teu esplendor;
Tudo o que existe, surge através do teu desígnio
Que do nada produz belas criações com amor,
Manifestando nos corações profundo fascínio.
Quero que tu sejas todos os dias o meu guia;
Quero que tu me ensines a ter lições de sabedoria
Para refulgir no meu ser a tua graça preciosa.
Quero que tu sejas, quando eu vier a esmorecer,
O meu alicerce que sempre hás de me erguer,
Semeando no meu ser a tua verdade maravilhosa!
Louvo a ti, estrela da manhã, príncipe da equidade!
Tu és hoje e para sempre serás o luzeiro que prodiga
A esperança para um ardente sonho de liberdade!
Tudo o que existe, carrega o teu esplendor;
Tudo o que existe, surge através do teu desígnio
Que do nada produz belas criações com amor,
Manifestando nos corações profundo fascínio.
Quero que tu sejas todos os dias o meu guia;
Quero que tu me ensines a ter lições de sabedoria
Para refulgir no meu ser a tua graça preciosa.
Quero que tu sejas, quando eu vier a esmorecer,
O meu alicerce que sempre hás de me erguer,
Semeando no meu ser a tua verdade maravilhosa!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*