Uma palavra extasiante
Deixei ecoar uma palavra de redenção
Que vibrou até nas minhas entranhas
Para dar, como chuva temporã, a minha consolação
E para me livrar de ideias infundadas e estranhas.
Senti no meu íntimo o êxtase dessa palavra gloriosa,
A qual encheu de alegria o meu coração.
Nela, há uma sabedoria imperiosa
Contra os sutis perigos que só levam à destruição.
Foi daí que surgiu em mim uma necessidade
De descansar os meus sonhos
No seu aconchego procedente da eternidade,
Cuja paz me fez triunfar sobre os dias enfadonhos.
Hoje eu reconstruo o meu viver
Com a redenção vinda dessa palavra inesquecível.
Ela é um presente dos céus para renascer
Na minha existência uma luz invencível.
Que vibrou até nas minhas entranhas
Para dar, como chuva temporã, a minha consolação
E para me livrar de ideias infundadas e estranhas.
Senti no meu íntimo o êxtase dessa palavra gloriosa,
A qual encheu de alegria o meu coração.
Nela, há uma sabedoria imperiosa
Contra os sutis perigos que só levam à destruição.
Foi daí que surgiu em mim uma necessidade
De descansar os meus sonhos
No seu aconchego procedente da eternidade,
Cuja paz me fez triunfar sobre os dias enfadonhos.
Hoje eu reconstruo o meu viver
Com a redenção vinda dessa palavra inesquecível.
Ela é um presente dos céus para renascer
Na minha existência uma luz invencível.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*