Flores da inocência
Nesse mundo caótico e decaído,
As flores da pureza e da inocência fenecem;
Mas ainda assim há um manancial renascido
No íntimo dos que pela fé em Deus se fortalecem.
Nessa era sombria, anuviada pelo engano,
As flores escassas da inocência
Sempre brilham como jóias no triste quotidiano
A fim de irradiarem uma doce cadência.
Quanta pureza e inocência há no brincar
De um gatinho serenamente despreocupado,
Sempre impulsionado pela ânsia de durar!
Quão francamente singelo é o homem habitado
Pela pureza de uma criança com o seu imaginar
Ao ser sempre guiado pela inspiração do elevado!
As flores da pureza e da inocência fenecem;
Mas ainda assim há um manancial renascido
No íntimo dos que pela fé em Deus se fortalecem.
Nessa era sombria, anuviada pelo engano,
As flores escassas da inocência
Sempre brilham como jóias no triste quotidiano
A fim de irradiarem uma doce cadência.
Quanta pureza e inocência há no brincar
De um gatinho serenamente despreocupado,
Sempre impulsionado pela ânsia de durar!
Quão francamente singelo é o homem habitado
Pela pureza de uma criança com o seu imaginar
Ao ser sempre guiado pela inspiração do elevado!
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