A luz do invisível
A luz de uma verdade libertadora me orienta
Longe dos caminhos escuros e pedregosos;
Sinto uma luz de amor que acalenta
O meu ser dos invernos mais tenebrosos.
Permiti que brilhasse a luz do discernimento
Na minha alma que se desfez da intemperança
E dos velhos hábitos sem um veraz fundamento
Que podesse propiciar o arco-íris da esperança.
Para além dos muros imponentes e colossais,
Para além das desoladoras calamidades,
Consigo ver o descortinar de belos sinais
E o sol da justiça a destronar tantas iniquidades.
Para além das luzes superficiais do engano,
Para além do caos das grandes cidades,
Consigo enxergar um amor soberano,
Incindindo livramentos contra as fatalidades.
Uma luz invisível dia após dia me conduz
À glória de uma vida renovada;
Evoco uma palavra que no meu coração reluz,
Uma palavra de consolo para minha alma exilada.
Longe dos caminhos escuros e pedregosos;
Sinto uma luz de amor que acalenta
O meu ser dos invernos mais tenebrosos.
Permiti que brilhasse a luz do discernimento
Na minha alma que se desfez da intemperança
E dos velhos hábitos sem um veraz fundamento
Que podesse propiciar o arco-íris da esperança.
Para além dos muros imponentes e colossais,
Para além das desoladoras calamidades,
Consigo ver o descortinar de belos sinais
E o sol da justiça a destronar tantas iniquidades.
Para além das luzes superficiais do engano,
Para além do caos das grandes cidades,
Consigo enxergar um amor soberano,
Incindindo livramentos contra as fatalidades.
Uma luz invisível dia após dia me conduz
À glória de uma vida renovada;
Evoco uma palavra que no meu coração reluz,
Uma palavra de consolo para minha alma exilada.
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