O rio no meu quintal
Alguns dias atrás fui até o meu quintal,
dei passos que conduziam meu olhar ao céu,
naquele claro azul eu vi o rio, aquela água do alto
nunca havia passado por aqui antes,
o rio estava reimoso, revolto
e fazia travessia com barcos de algodão.
O rio passava pelo céu sem muita cerimônia,
não tinha hora marcada, nem fazia questão de plateia
quando doloroso fazia-se e voltava a chorar,
as lagrimas eram vagarosas e eu era sua única plateia.
A água do céu tinha um percurso que convergia no meu peito,
meu coração sentia-se morada azul de algodões passageiros,
que no percurso do rio, ia lento
e recorria toda a minha extensão.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski