Quando eu vejo
Quando eu vejo a imensidão do mar,
Quando eu vejo as suas ondas se erguerem soberanas,
Eu posso sentir a alegria pulsar no meu coração
Como uma criança entusiasmada
Pela surpresa de uma novidade.
Nas suas águas infinitas, no seu sussurro voluptuoso,
Eu então renovo a minh'alma
Na certeza de uma paz interior significativa.
Quando eu vejo o azul do céu
E os raios solares resplandecendo
O verde das árvores, dos outeiros e das campinas,
Bem como toda a natureza circundante,
Eu consigo sentir uma esperança renascendo
Em meio a exuberância de um dia
Límpido e repleto de luminosidade,
De um dia reservado para toda alma onírica.
Quando eu vejo o amor verdadeiro
No coração dos homens íntegros e valentes,
Eu me liberto na contemplação
Da presença da vida ainda tremular...
E então nutro a certeza de que ainda
Vale a pena viver para apreciar com todos os sentidos
O azul do céu, a luz solar, as águas infinitas do mar
E o perfume de toda a natureza ao meu redor.
Quando eu vejo as suas ondas se erguerem soberanas,
Eu posso sentir a alegria pulsar no meu coração
Como uma criança entusiasmada
Pela surpresa de uma novidade.
Nas suas águas infinitas, no seu sussurro voluptuoso,
Eu então renovo a minh'alma
Na certeza de uma paz interior significativa.
Quando eu vejo o azul do céu
E os raios solares resplandecendo
O verde das árvores, dos outeiros e das campinas,
Bem como toda a natureza circundante,
Eu consigo sentir uma esperança renascendo
Em meio a exuberância de um dia
Límpido e repleto de luminosidade,
De um dia reservado para toda alma onírica.
Quando eu vejo o amor verdadeiro
No coração dos homens íntegros e valentes,
Eu me liberto na contemplação
Da presença da vida ainda tremular...
E então nutro a certeza de que ainda
Vale a pena viver para apreciar com todos os sentidos
O azul do céu, a luz solar, as águas infinitas do mar
E o perfume de toda a natureza ao meu redor.
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