Dr. Brodeaux notes
Caos estrelado; céu limpo.
Maré cheia; bairro vazio
Vida estrelada; ideia vazia.
Ego cheio; mente vazia
Olhos aéreos; boca cheia,
lutando pra engolir todas as letras daquele verbete,
juntá-las e pô-las dentro do seu trato digestivo.
A questão das questões fora de sua cela, era:
Mas oque ele viu?
O homem hoje em dia apenas atende se o chamarem de Eimeria. Mostra-se incapaz de deitar ou sentar, há 8 anos adotou uma postura rígida, com olhos revirados. Quando está em crise, repete em urros a palavra "lexema".
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*