Sociedade Frívola
Sociedade Frívola
( Rosalina Loes Pires Fialho)
Espelho, espelho meu para que tanta futilidade?
Estamos atados à valores frívolos da sociedade.
Perdemos os reais valores e nossa essência,
Ao tentar nos adequar ao mundo de aparências.
Subjugados pelas diferenças étnicas, crenças e classe social,
Desqualificados se nunca fizemos uma viagem internacional.
Nas rodas de conversas os temas são as grifes famosas,
Sobressai toda vaidade das inúmeras viagens fabulosas.
Trabalhando arduamente para o conforto material,
Nesse formigueiro frenético arruinando nosso emocional.
Somos convencidos que temos que adquirir o inacessível,
Ficando frustrados se ao fim do ciclo isso não foi possível.
Somos impelidos de demonstrar quem somos realmente,
Ficamos atrelados aos padrões da sociedade vigente.
Deixamos de seguir nossa tão especial e linda vocação,
Para vivermos o enfado das tarefas rentáveis da nova função.
Esquecemos que os mais valiosos bens nos são gratuitos,
E que nossas maiores alegrias são eventos fortuitos.
Sejamos autênticos em nossos relacionamentos,
Nas amizades, trabalho, família e no casamento.
De nada adianta chafurdar-se em perfumes Chanel,
Quando a essência da alma é mais amarga que féu.
De nada adianta ter títulos de bacharel e doutor,
Se não for gentil com o porteiro e com o zelador.
( Rosalina Loes Pires Fialho)
Espelho, espelho meu para que tanta futilidade?
Estamos atados à valores frívolos da sociedade.
Perdemos os reais valores e nossa essência,
Ao tentar nos adequar ao mundo de aparências.
Subjugados pelas diferenças étnicas, crenças e classe social,
Desqualificados se nunca fizemos uma viagem internacional.
Nas rodas de conversas os temas são as grifes famosas,
Sobressai toda vaidade das inúmeras viagens fabulosas.
Trabalhando arduamente para o conforto material,
Nesse formigueiro frenético arruinando nosso emocional.
Somos convencidos que temos que adquirir o inacessível,
Ficando frustrados se ao fim do ciclo isso não foi possível.
Somos impelidos de demonstrar quem somos realmente,
Ficamos atrelados aos padrões da sociedade vigente.
Deixamos de seguir nossa tão especial e linda vocação,
Para vivermos o enfado das tarefas rentáveis da nova função.
Esquecemos que os mais valiosos bens nos são gratuitos,
E que nossas maiores alegrias são eventos fortuitos.
Sejamos autênticos em nossos relacionamentos,
Nas amizades, trabalho, família e no casamento.
De nada adianta chafurdar-se em perfumes Chanel,
Quando a essência da alma é mais amarga que féu.
De nada adianta ter títulos de bacharel e doutor,
Se não for gentil com o porteiro e com o zelador.
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