Peitoril dos silêncios

Entre cada penumbra pousada no peitoril do
Silêncio flutua a silhueta da solidão encabulada
Ali onde se descortina a manhã chegando desagasalhada
Sob a égide de um sonho feliz e muito arrojado o
Tempo medido à esquadria de uma ilusão desencalhada
Hiberna numa catarse de emoções quase desamparadas
Frederico de Castro
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