FRIBURGO
O grito da serra não se cala. Mas o choro abala suas encostas, e mãos correm em busca de outras mãos, olhos ávidos de esperanças tentam alcançar os seus pares.
E a ignorância de quem manda escreve em tom autoritário sem autoridade: AFASTEM-SE ESTAMOS EM OBRAS.
Seres despedaçaram sonhos tantos.
Vidas engolidas e o porvir é só o choro, a lágrima seca da perda a lamuria, a pergunta sem resposta e o desabafo engolido em pranto.
E mesmo assim, as orquídeas teimam dizer em lindas cores:
EU AINDA ESTOU AQUI.
E a ignorância de quem manda escreve em tom autoritário sem autoridade: AFASTEM-SE ESTAMOS EM OBRAS.
Seres despedaçaram sonhos tantos.
Vidas engolidas e o porvir é só o choro, a lágrima seca da perda a lamuria, a pergunta sem resposta e o desabafo engolido em pranto.
E mesmo assim, as orquídeas teimam dizer em lindas cores:
EU AINDA ESTOU AQUI.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*