MINHA POESIA
QUIS FAZER MINHA POESIA
Quis fazer minha poesia!
Na história do Homem,
Em seus altos e rebaixo da malvada vida,
Pelas estradas e caminhos tortos
Sem filtrar o inesperado pranto.
Quis fazer minha poesia!
Da natureza em versos e quinhões,
Em muros de lamentos dos algozes
Pisando em lagos, rios e oceanos embaraçados,
Na aurora; humilde matéria do sobrenatural.
Quis fazer minha poesia!
Àqueles que nada sentem,
Ao sentimento vil, da justiça aos injustiçados.
Pela fascinação de uma nuvem empoeirada,
Na melodia de Tom Jobim e Caetano.
Quis fazer minha poesia
Nas entrelinhas do bonde no bairro Botafogo,
Como João Romão e a escrava Bertoleza de Aluísio de Azevedo,
No cortiço, os operários, as donzelas e meretrizes.
Entre ricos e pobres, as beatas da cidade maravilhosa.
wilamy carneiro - poeta e memorialista
Quis fazer minha poesia!
Na história do Homem,
Em seus altos e rebaixo da malvada vida,
Pelas estradas e caminhos tortos
Sem filtrar o inesperado pranto.
Quis fazer minha poesia!
Da natureza em versos e quinhões,
Em muros de lamentos dos algozes
Pisando em lagos, rios e oceanos embaraçados,
Na aurora; humilde matéria do sobrenatural.
Quis fazer minha poesia!
Àqueles que nada sentem,
Ao sentimento vil, da justiça aos injustiçados.
Pela fascinação de uma nuvem empoeirada,
Na melodia de Tom Jobim e Caetano.
Quis fazer minha poesia
Nas entrelinhas do bonde no bairro Botafogo,
Como João Romão e a escrava Bertoleza de Aluísio de Azevedo,
No cortiço, os operários, as donzelas e meretrizes.
Entre ricos e pobres, as beatas da cidade maravilhosa.
wilamy carneiro - poeta e memorialista
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