SONETO TRAIÇOEIRO
SONETO TRAIÇOEIRO
Na véspera de eleição em curso,
Ao eleitor tudo pode acontecer.
Abrem-se as portas para concurso,
Para seu povo N’ele Crer!
Ele é inimigo seu, e traidor!
Corrupia a classe operária da nação.
Abarganha lavra do trabalhador.
Põe no bolso seu ganho pão!
Após ano eleitoreiro.
Concurso não? Nem pra carpinteiro!
E a população fica a mercê.
Flagela-se em sua porta,
O povo não se importa,
Elegante: É um Político brasileiro.
Wilamy Carneiro - poeta e cronista sobralense
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