Não me mordem
Os choros imanentes, os dentes dos não presentes,
Digo, os sentientes ora não mais naturais, quentes,
Esses não me mordem e poucos há que me acordem
Da tarefa inelutável de ser patético e insuperável.
Sou o fio outrora embotado, às vezes disconnected
Zampakutou overdimensioned,
Ordinary and far from perfected,
O olho do mar sem fim, a recusa do Delfim,
Sou aquele que não sabem porque vim,
Arredem arredias areias e peias pois que vim, vim.
E não há nada em mim que não sintonize com ocaso,
Fim
Nem a irrealidade de pensar saber razões,
Explicações
Além do ofuscante horizonte dos monstros e das ilusões.
Digo, os sentientes ora não mais naturais, quentes,
Esses não me mordem e poucos há que me acordem
Da tarefa inelutável de ser patético e insuperável.
Sou o fio outrora embotado, às vezes disconnected
Zampakutou overdimensioned,
Ordinary and far from perfected,
O olho do mar sem fim, a recusa do Delfim,
Sou aquele que não sabem porque vim,
Arredem arredias areias e peias pois que vim, vim.
E não há nada em mim que não sintonize com ocaso,
Fim
Nem a irrealidade de pensar saber razões,
Explicações
Além do ofuscante horizonte dos monstros e das ilusões.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*