DESLEIXO

Deixai que a maré alta me arraste
e ela arrasta, eu não reluto!
Tudo que não fiz, é o que eu escuto
Só espero que este ócio não me mate...
Se matar, deixe que eu morra
A vida em si é feita de escolhas
O ser que hoje sou, logo permuto
Outrora flor, agora sou qual fruto!
Deixai os afazeres, deixa a louça
Te despe dos problemas, despe a roupa
e vive esta manhã de sol ameno...
Entrega-te aos prazeres, foge a lida
Esbanja logo o empréstimo da vida
pois se finda o nosso prazo, então morremos...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*