O eco gentil da risada,
A brisa que não significa nada...
Os sonhos mais descontentes,
As nuvens que passam indiferentes...
Conjecturas impossíveis,
O ardor ante os estilhaços plausíveis...
O bom sabor da indecência,
O desbravamento da inconsciência...
A linda flor que não amei,
A busca pungente do eu que não sei...
As noites ébrias de fome,
Uma voz que me chame pelo nome...
O vasto saber dos sábios,
O Sol que decora meus secos lábios...
O revisitar das idades,
E a lua que me mata de saudades...
Contra as costelas aperto com força
– Das mais sutis às dolorosas coisas –,
Mesmo o que um dia me deixou insano.
Deixo que se infiltre no meu coração
– O beijo ou a dor de qualquer sensação
Que me relembre que inda vivo,
Humano.
A brisa que não significa nada...
Os sonhos mais descontentes,
As nuvens que passam indiferentes...
Conjecturas impossíveis,
O ardor ante os estilhaços plausíveis...
O bom sabor da indecência,
O desbravamento da inconsciência...
A linda flor que não amei,
A busca pungente do eu que não sei...
As noites ébrias de fome,
Uma voz que me chame pelo nome...
O vasto saber dos sábios,
O Sol que decora meus secos lábios...
O revisitar das idades,
E a lua que me mata de saudades...
Contra as costelas aperto com força
– Das mais sutis às dolorosas coisas –,
Mesmo o que um dia me deixou insano.
Deixo que se infiltre no meu coração
– O beijo ou a dor de qualquer sensação
Que me relembre que inda vivo,
Humano.
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