despedida
Não digas nada. Contempla
O luzir dos olhos tristes
Em que outrora viste estrelas.
Aperta contra teu peito
A essência da despedida,
E aceita, também, o aperto.
Despede-te calmamente;
Desenlaça a sombra e a deixa
Partir pela madrugada.
E afaga teu coração,
Bem como um dia afagaste
O pranto de quem te amou.
Dorme, que a aurora não tarda.
O luzir dos olhos tristes
Em que outrora viste estrelas.
Aperta contra teu peito
A essência da despedida,
E aceita, também, o aperto.
Despede-te calmamente;
Desenlaça a sombra e a deixa
Partir pela madrugada.
E afaga teu coração,
Bem como um dia afagaste
O pranto de quem te amou.
Dorme, que a aurora não tarda.
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