Deserto de mim.
De onde vem essa voz,
Se no deserto em que me encontro,
Apenas o nada, coberto de areia
Se faz presente...
De onde vem esse aroma,
Se sob esse sol escaldante,
Nada vive, nenhuma flor,
Nenhuma brisa a sentir.
De onde vem esse desejo,
De viver, de renascer, de ressurgir...
Se a semente que fui,
Há muito ressequiu-se.
De onde vem tanto amor,
Se o coração já não bate,
Se o peito já não queima,
Se o olhar já não brilha.
De onde vem essa saudade,
Esse sofrer infinito,
Se nunca pude lhe ver,
Se nunca olhou para mim...
Se no deserto em que me encontro,
Apenas o nada, coberto de areia
Se faz presente...
De onde vem esse aroma,
Se sob esse sol escaldante,
Nada vive, nenhuma flor,
Nenhuma brisa a sentir.
De onde vem esse desejo,
De viver, de renascer, de ressurgir...
Se a semente que fui,
Há muito ressequiu-se.
De onde vem tanto amor,
Se o coração já não bate,
Se o peito já não queima,
Se o olhar já não brilha.
De onde vem essa saudade,
Esse sofrer infinito,
Se nunca pude lhe ver,
Se nunca olhou para mim...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*