AQUILO QUE FUI NÃO SIGNIFICA QUE AINDA SOU.
Venho para admitir
Que tudo que passei com você
Está difícil descobrir,
algo para substituir.
Por aqui passei por coisas que afetaram meu psicológico
Substituiu meu eu antigo por um qualquer que busca ser novamente,
A pureza do amor que aprendi
A beleza da paz que recusei
A inocência de alguém que não se importava em entender muita coisa.
Abusei da minha saúde, abusei ao usar coisas que me prendiam em coisas fúteis
E assim descobri que viver de verdade é saber ser justo comigo mesmo
Aqui dentro havia algo que me dava forças,
Incentivos para ser rebelde sobre os moldes que não conseguiam me moldar.
Fui longe demais!
Minha alma sangra até hoje
Meu futuro continua sendo a dúvida que busquei descobrir.
Aqui dentro permanece algo,
Aquilo que me faz ainda ver a vida com as pupilas dilatadas
E um frio na barriga sobre cada nova ocasião a ser presenciada.
As vezes acho que me explorei por completo
Mas os dias passam e sinto a mudança em cada faro
Em cada tato, em cada abraço e em cada palavra nunca proclamada.
Aprendi a ser mais eu,
A perceber quem sou, essa pode ser a ultima vez.
Já que o amanhã é ambíguo
Justo ou injusto não quero ser o injustiçado
Não sou o que imagino ser, mas talvez eu seja tudo aquilo que nunca pensei que seria.
Que tudo que passei com você
Está difícil descobrir,
algo para substituir.
Por aqui passei por coisas que afetaram meu psicológico
Substituiu meu eu antigo por um qualquer que busca ser novamente,
A pureza do amor que aprendi
A beleza da paz que recusei
A inocência de alguém que não se importava em entender muita coisa.
Abusei da minha saúde, abusei ao usar coisas que me prendiam em coisas fúteis
E assim descobri que viver de verdade é saber ser justo comigo mesmo
Aqui dentro havia algo que me dava forças,
Incentivos para ser rebelde sobre os moldes que não conseguiam me moldar.
Fui longe demais!
Minha alma sangra até hoje
Meu futuro continua sendo a dúvida que busquei descobrir.
Aqui dentro permanece algo,
Aquilo que me faz ainda ver a vida com as pupilas dilatadas
E um frio na barriga sobre cada nova ocasião a ser presenciada.
As vezes acho que me explorei por completo
Mas os dias passam e sinto a mudança em cada faro
Em cada tato, em cada abraço e em cada palavra nunca proclamada.
Aprendi a ser mais eu,
A perceber quem sou, essa pode ser a ultima vez.
Já que o amanhã é ambíguo
Justo ou injusto não quero ser o injustiçado
Não sou o que imagino ser, mas talvez eu seja tudo aquilo que nunca pensei que seria.
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