DEIXE OS MORTOS MORREREM
Dancemos a valsa da vida
enquanto não há terra sobre nossos pés
Travemos então uma conversa fiada
Enquanto o silêncio não cala nossas cordas vocais
Me chame para jantar
Antes que meu corpo seja alimento da eternidade
Pois depois de morto, quero morrer apenas.
Não evoque meu nome
Com palavras que deveriam ter sido ditas e não foram
Não importune meu ramo de ossos
Com lágrimas atrasadas
Deixe os mortos morrerem
Deixe-me viver minha morte
Sem nenhum consolo de vida
Pois a vida é todos os dias
Mas a morte é uma só.
enquanto não há terra sobre nossos pés
Travemos então uma conversa fiada
Enquanto o silêncio não cala nossas cordas vocais
Me chame para jantar
Antes que meu corpo seja alimento da eternidade
Pois depois de morto, quero morrer apenas.
Não evoque meu nome
Com palavras que deveriam ter sido ditas e não foram
Não importune meu ramo de ossos
Com lágrimas atrasadas
Deixe os mortos morrerem
Deixe-me viver minha morte
Sem nenhum consolo de vida
Pois a vida é todos os dias
Mas a morte é uma só.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal