Carta que eu escrevi um dia e nunca enviei
Quando eu entrei no reino de Morfeu,
Jamais, como pude pensar, jamais imaginaria,
Os impactos oníricos que testemunharia
Alguém tão descrente e néscio como eu!
Caladas foram as horas que passei;
Também, pensei, não pude, com razão,
Eliminar as tristezas do coração,
Nem as lágrimas que um dia gastei!
Por que eu sou refém, Senhor,
Destes sonhos sem esplendor?
Talvez a verdade eu nunca conheça!
Mas seu, que antes que amanheça,
Irei, mais uma vez, ficar à mercê
De uma miríade onírica de você!
Jamais, como pude pensar, jamais imaginaria,
Os impactos oníricos que testemunharia
Alguém tão descrente e néscio como eu!
Caladas foram as horas que passei;
Também, pensei, não pude, com razão,
Eliminar as tristezas do coração,
Nem as lágrimas que um dia gastei!
Por que eu sou refém, Senhor,
Destes sonhos sem esplendor?
Talvez a verdade eu nunca conheça!
Mas seu, que antes que amanheça,
Irei, mais uma vez, ficar à mercê
De uma miríade onírica de você!
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