⁠Perdoa-me


Perdoa-me,
se mergulhei tão fundo nos meus sonhos,
e se quer dei valor aos teus;
Perdoa-me se muitas vezes
deixei tantos substantivos no singular,
quando tu eras tão importante,
e até mesmo fazias parte deles;
Perdoa-me pelas cartas que não te escrevi,
pelos telefonemas que me esqueci de te fazer, 
dando mais prioridade a coisas tantas vezes banais,
perdoa-me por não te amar mais...


Luzern, 02.06.2013, João Neves
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