CHUVA NO DESERTO
Não quero me declarar
Muito menos me ajoelhar
Nao quero dar flores
Sem saber se você vai ficar
Ou se vai me amar
Nao quero ser seco
Se você esta nesse lindo deserto
Quente ardente esperando a noite
Tenho medo da chuva
Que pode refrescar minha carne
E acalmar minha alma
Saiba que vou ficar aqui
E ver você fugir dessa terra
Desse buraco ingrato
Sem declaração de jóia pura
Pedra sem paixão.
Sem rumo, quebrada na solidão
W.Poi
Muito menos me ajoelhar
Nao quero dar flores
Sem saber se você vai ficar
Ou se vai me amar
Nao quero ser seco
Se você esta nesse lindo deserto
Quente ardente esperando a noite
Tenho medo da chuva
Que pode refrescar minha carne
E acalmar minha alma
Saiba que vou ficar aqui
E ver você fugir dessa terra
Desse buraco ingrato
Sem declaração de jóia pura
Pedra sem paixão.
Sem rumo, quebrada na solidão
W.Poi
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski