Falando de amor.
Eram apenas poucos ramos,
Cravejados de espinhos...
Cresciam ao lado da estrada,
E entristeciam o caminho.
Eram assim tão somente,
Tidos como cercas-vivas.
Dificultavam as entradas,
Também impediam as saídas.
Ninguém se atreveria,
Por eles tentar passar.
Se tentassem, com certeza,
Iriam se arranhar.
Por obra da natureza,
Os ramos se encheram de flores,
E enfeitaram o caminho
Com uma aquarela de cores.
A vida ficou mais bonita,
A estrada ficou tão formosa...
Os ramos de muitos espinhos,
Agora protegem as rosas...
Minha amada se fechava,
Em uma casa de espinhos.
Não me permitia entrar,
Deixando-me assim tão sozinho.
Mas a mesma força divina,
Que encheu o caminho de cor,
Fez brotar no seu coração,
A rosa vermelha do amor.
Cravejados de espinhos...
Cresciam ao lado da estrada,
E entristeciam o caminho.
Eram assim tão somente,
Tidos como cercas-vivas.
Dificultavam as entradas,
Também impediam as saídas.
Ninguém se atreveria,
Por eles tentar passar.
Se tentassem, com certeza,
Iriam se arranhar.
Por obra da natureza,
Os ramos se encheram de flores,
E enfeitaram o caminho
Com uma aquarela de cores.
A vida ficou mais bonita,
A estrada ficou tão formosa...
Os ramos de muitos espinhos,
Agora protegem as rosas...
Minha amada se fechava,
Em uma casa de espinhos.
Não me permitia entrar,
Deixando-me assim tão sozinho.
Mas a mesma força divina,
Que encheu o caminho de cor,
Fez brotar no seu coração,
A rosa vermelha do amor.
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