O Rio
O Rio
Colossal, te conheço
das histórias que contam de teu leito.
da Pororoca e da canoa que te singra num abraço.
És vida e morte que se alternam.
Como é o fio que une a todos nós.
Mas não falam, nunca ouvi, que és também o filho amado
de muitas mães e muitos pais
Que te geram a cada instante
Com suas vidas, seu caudal
Madeira, Purus, Solimões
e tantas águas outras que se perdem na lembrança.
Teu desenhos são as veias que carregam nossa identidade.
A verdejante amada que te envolve, simbiose estupenda
que embala meu cantar.
Companheiro! Filho amado! Patriarca, nos sussurros de Neruda!
"a eternidade secreta das fecundações"
Os teus gritos escutamos e erguemos nossa bandeira:
"Não matem o Amazonas!"
Colossal, te conheço
das histórias que contam de teu leito.
da Pororoca e da canoa que te singra num abraço.
És vida e morte que se alternam.
Como é o fio que une a todos nós.
Mas não falam, nunca ouvi, que és também o filho amado
de muitas mães e muitos pais
Que te geram a cada instante
Com suas vidas, seu caudal
Madeira, Purus, Solimões
e tantas águas outras que se perdem na lembrança.
Teu desenhos são as veias que carregam nossa identidade.
A verdejante amada que te envolve, simbiose estupenda
que embala meu cantar.
Companheiro! Filho amado! Patriarca, nos sussurros de Neruda!
"a eternidade secreta das fecundações"
Os teus gritos escutamos e erguemos nossa bandeira:
"Não matem o Amazonas!"
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