esqueça-me não
Desaprendidos do ofício de amar,
Abraçam-se, contentes pelo fim.
Resta apenas uma súplica no ar,
E um ao outro diz: “Não se esqueça de mim.”
“Abre-me em teu peito um lugar afável,
Onde o meu carinho lhe permaneça.
Se me despeço é porque é inevitável.
Mas peço, por favor, que não me esqueça.”
E separados, seguem seus caminhos,
Rasgando os elos de seus corações,
Emaranhados, mas não mais viáveis.
Mas, um d’outro jamais quedam sozinhos,
Pois têm os elos das recordações,
Que inda após o fim, são sempre infindáveis.
Abraçam-se, contentes pelo fim.
Resta apenas uma súplica no ar,
E um ao outro diz: “Não se esqueça de mim.”
“Abre-me em teu peito um lugar afável,
Onde o meu carinho lhe permaneça.
Se me despeço é porque é inevitável.
Mas peço, por favor, que não me esqueça.”
E separados, seguem seus caminhos,
Rasgando os elos de seus corações,
Emaranhados, mas não mais viáveis.
Mas, um d’outro jamais quedam sozinhos,
Pois têm os elos das recordações,
Que inda após o fim, são sempre infindáveis.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski