esqueça-me não
Desaprendidos do ofício de amar,
Abraçam-se, contentes pelo fim.
Resta apenas uma súplica no ar,
E um ao outro diz: “Não se esqueça de mim.”
“Abre-me em teu peito um lugar afável,
Onde o meu carinho lhe permaneça.
Se me despeço é porque é inevitável.
Mas peço, por favor, que não me esqueça.”
E separados, seguem seus caminhos,
Rasgando os elos de seus corações,
Emaranhados, mas não mais viáveis.
Mas, um d’outro jamais quedam sozinhos,
Pois têm os elos das recordações,
Que inda após o fim, são sempre infindáveis.
Abraçam-se, contentes pelo fim.
Resta apenas uma súplica no ar,
E um ao outro diz: “Não se esqueça de mim.”
“Abre-me em teu peito um lugar afável,
Onde o meu carinho lhe permaneça.
Se me despeço é porque é inevitável.
Mas peço, por favor, que não me esqueça.”
E separados, seguem seus caminhos,
Rasgando os elos de seus corações,
Emaranhados, mas não mais viáveis.
Mas, um d’outro jamais quedam sozinhos,
Pois têm os elos das recordações,
Que inda após o fim, são sempre infindáveis.
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