náufrago
Com quem me busco se a mim me perco?
E a quem busco se de mim não sei?
Que me pesa tanto à consciência
Se inconsciente ao tempo me dei?
De onde vem esta centelha vaga
De uma humanidade que deixei
Deitada ao chão da decadência
Do sonho que busquei e não encontrei?
Como inda poderei sonhar perdido
Sobre as águas frias do meu esmo,
A bordo do meu ser, barco partido?...
Ó, com qual mão me escrevo qual minha alma?...
E a cada verso, palma a palma,
Sigo, e disto mais do vago eu mesmo.
E a quem busco se de mim não sei?
Que me pesa tanto à consciência
Se inconsciente ao tempo me dei?
De onde vem esta centelha vaga
De uma humanidade que deixei
Deitada ao chão da decadência
Do sonho que busquei e não encontrei?
Como inda poderei sonhar perdido
Sobre as águas frias do meu esmo,
A bordo do meu ser, barco partido?...
Ó, com qual mão me escrevo qual minha alma?...
E a cada verso, palma a palma,
Sigo, e disto mais do vago eu mesmo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia
Dos teus encantos - 26/07/2026
Volitando teus encantos
Num castelo de ilusões,
Foi a flor que amei tanto
Malditas, recordações...
…
Armando A. C. Garcia
Foi minha, hoje é tua ! - 27/07/2026
Toda a minha poesia,
Que foi minha, hoje é tua,
É momento de alegria
Saber que anda na rua.
…
Armando A. C. Garcia
Naturalmente ! - 28/07/2026
Quebrarei o tédio do cotidiano
Ouvindo o silêncio das palavras
No ritmo da vida, qual cigano
Naturalment…
Armando A. C. Garcia