náufrago
Com quem me busco se a mim me perco?
E a quem busco se de mim não sei?
Que me pesa tanto à consciência
Se inconsciente ao tempo me dei?
De onde vem esta centelha vaga
De uma humanidade que deixei
Deitada ao chão da decadência
Do sonho que busquei e não encontrei?
Como inda poderei sonhar perdido
Sobre as águas frias do meu esmo,
A bordo do meu ser, barco partido?...
Ó, com qual mão me escrevo qual minha alma?...
E a cada verso, palma a palma,
Sigo, e disto mais do vago eu mesmo.
E a quem busco se de mim não sei?
Que me pesa tanto à consciência
Se inconsciente ao tempo me dei?
De onde vem esta centelha vaga
De uma humanidade que deixei
Deitada ao chão da decadência
Do sonho que busquei e não encontrei?
Como inda poderei sonhar perdido
Sobre as águas frias do meu esmo,
A bordo do meu ser, barco partido?...
Ó, com qual mão me escrevo qual minha alma?...
E a cada verso, palma a palma,
Sigo, e disto mais do vago eu mesmo.
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