Aqui nada há para ti
Uma ideia corriqueira numa corredeira,
Entre a inteira a verdadeira ideia de morrer agora
O instante de tempo entre o intento e o fato consumado
Vai um imenso instante onde nada existe
Senão a inata sobrevivência,
Que nos quebra,
O corpo desiste,
Tola ideia persiste.
A mente arrependida, dizendo
De si para si, aqui nada há para ti
A não ser dôr, vigilância e abuso,
Um controle escaleno, obtuso.
Tudo o que não sofrerias no chão,
Orientado para o intento, seu cão.
Iludes-te há já longo, oblongo.
Não há senão geometrias exóticas nessa ilusão
Tu, cão, que bem sabes que o fio é da navalha
A tralha tua, a rua nua e a espera curta, canalha.
Entre a inteira a verdadeira ideia de morrer agora
O instante de tempo entre o intento e o fato consumado
Vai um imenso instante onde nada existe
Senão a inata sobrevivência,
Que nos quebra,
O corpo desiste,
Tola ideia persiste.
A mente arrependida, dizendo
De si para si, aqui nada há para ti
A não ser dôr, vigilância e abuso,
Um controle escaleno, obtuso.
Tudo o que não sofrerias no chão,
Orientado para o intento, seu cão.
Iludes-te há já longo, oblongo.
Não há senão geometrias exóticas nessa ilusão
Tu, cão, que bem sabes que o fio é da navalha
A tralha tua, a rua nua e a espera curta, canalha.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal