Fogo Escarlate
Do estampido provindo dos céus
Um pequeno desfoque de luz desceu gentilmente
Quebrando o silêncio da melancolia
Caiu trazendo sua timidez
Àquele terreno frio e inóspito
Nem mesmo o luar chegava a iluminar
Ele se contia nas nuvens pesadas
Ventos cortantes ameaçaram a pequena luz bruxuleante
Mas ela continou a bailar, contida em si mesma
Aproximando do solo a nitidez se alcançou
A pequena pétala em chamas repousou sobre neve
Sob aquela noite tempestuosa
Descansou no branco que contrastava com os céus
Um beijo referenciando a morte
Ela se perderia noite afora, em forma de pó
Do vermelho ao cinza
Mas caminhos em brasa surgiram
Romperam a geada, queimaram a escuridão
Trazendo o fogo do viver, do sentir
Minha realidade se aqueceu
E assim, minha ruivinha, você incendiou meu ser
Um pequeno desfoque de luz desceu gentilmente
Quebrando o silêncio da melancolia
Caiu trazendo sua timidez
Àquele terreno frio e inóspito
Nem mesmo o luar chegava a iluminar
Ele se contia nas nuvens pesadas
Ventos cortantes ameaçaram a pequena luz bruxuleante
Mas ela continou a bailar, contida em si mesma
Aproximando do solo a nitidez se alcançou
A pequena pétala em chamas repousou sobre neve
Sob aquela noite tempestuosa
Descansou no branco que contrastava com os céus
Um beijo referenciando a morte
Ela se perderia noite afora, em forma de pó
Do vermelho ao cinza
Mas caminhos em brasa surgiram
Romperam a geada, queimaram a escuridão
Trazendo o fogo do viver, do sentir
Minha realidade se aqueceu
E assim, minha ruivinha, você incendiou meu ser
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