O poente à minha janela

À minha janela e defronte pra solidão
Estagnou o tempo cheio de cócegas e emoções
Todo ele capitulado fenece prenhe de ilusões
Sob o efeito inebriante da noite que chega audaz
Um insolente eco estatela-se na escuridão falaz
Represa cada caricia, intensa, ígnea e tão voraz
Cada breu desconectado deste tempo perene
Atola-se no meio da solidão inacabável e crónica
Prefaciando cada hora que além flutua virtual e sinfónica
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Margaret
Margaret Count your blessings every day Take your baby steps every day There is no need to walk fast Also you not alone Our Father is wat…
Aldo gabbay kraas
O Brasil é gigante.
O Brasil é um país gigante,
e não do tamanho de quem
com outros olhos o vê.
Se és alguém que crê
que ele é um país peq…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Marés negras.
Toda água estava carregada de pedras negras ... o sol balançava as nuvens brancas que começavam a escurecer pelo fogo negro do mundo…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
SONHO QUE VIROU TRISTEZA
Seu amor me faz sofrer, Muito mais do que imaginei, Pensei que seria feliz, Mas foi triste o que encontrei. Entreguei meu coração, Acred…
miltondacosta